Sábado, 12 de Julho de 2008

Ouvir em Faro

 

 

Contagem decrescente

Gary Moore , Jake & Elwood, Xutos e Pontapés e os The Gift são bandas quanto a mim a não perder e que garantem desde já um fim de semana do melhor quanto ao resto quem já não tem saudades de passar uns dias com muito sol praia e com umas loirinhas bem fresquinhas na companhia de quem gostamos com gentes de todo o mundo com gostos idênticos aos nossos e no meio de motos muitas motas milhares de motos.

Resta esperar e contar os dias que faltam.
 

 

 

Gary Moore nasceu no dia 4 de abril de 1952 em Belfast, na Irlanda do Norte. O interesse pela música surgiu ao ouvir Elvis Presley e posteriormente, os Beatles. Ao assistir a um show de Jimi Hendrix e John Mayall’ Bluesbreakers em Belfast, Gary conheceu o mundo do blues, a partir daí, ficou impressionado com as performances das guitarras naquele estilo e logo aprendeu a tocar o instrumento.

Em 1967, Gary montou uma banda de jazz e blues em Dublin, Skid Row, com Brush Shiels (baixo e vocal), Phil Lynott (vocal) e Noel Bridgeman (bateria). Com a ajuda do mentor de Gary, Peter Green, a banda conseguiu um contrato com o selo CBS em 1970. Skid Row teve vida curta, foram dois discos gravados, “Skid” (1970) e “34 Hours” (1971), e algumas turnês pela Europa e Estados Unidos.

Gary queria partir para a carreira solo e estreou com o disco “Grinding Stone” em 1973. Dois anos depois, foi convidado a entrar na Colosseum II, banda que fazia sua segunda tentativa no mercado. Foram mais três discos gravados, mas também não durou muito. Em 1978, Phill Lynott convidou Gary a tocar no Thin Lizzy durante a turnê nos Estados Unidos em que abriram os shows de Queen.

O segundo disco solo chegou em 1978, “Back on The Streets”, com a música “Parisienne Walkways”, que chegou ao Top 10 da parada britânica. No ano seguinte, voltou a se reunir com o Thin Lizzy para a gravação do disco “Black Rose”, que se tornou um ‘hit’ britânico. No meio da turnê de divulgação do disco, Gary deixou a banda e mudou-se para Los Angeles, além de criar outro grupo, o G Force, que gravou apenas um disco, homônimo em 1979.

No meio deste entra e sai de bandas, Gary ainda arrumava tempo para participar de vários discos. Na década de 80 ele começou a levar mais seriamente a carreira solo. Foram sete álbuns de hard rock entre 1982 e 1989, o que consolidou a carreira, principalmente na Europa. O cansaço em relação à música mais pesada chegou, principalmente pela pressão de criar ‘hit’ atrás de ‘hit’. Gary decidiu voltar ao estilo que o colocou na carreira musica, o blues.

Em 1991, saiu “Still Got the Blues”, com participações de Albert Collins, Albert King e George Harrison e o disco se tornou o de maior sucesso da carreira de Gary Moore e o projetou mundialmente. Os registros seguintes continuaram na redescoberta do estilo, “After Hours” (1991) e “Blues Alive” (1993). Gary ainda criou uma banda, a BBM, mas durou bem menos que as anteriores, apenas um álbum, “Around The Next Dream” em 1994.

No ano seguinte, chegou um disco bem especial para Gary, “Blues for Greeny”, um tributo ao mentor Peter Green, que o ajudou no início da carreira. Gary Moore regravou, ao seu estilo, 11 canções que Green interpretou na vida. O disco incentivou a entrar na área mais experimental em “Dark Days in Paradise” (1997) e “A Different Beat” (1999). Mas o blues voltou com força total em 2001, com “Back to The Blues”.

A flexibilidade musical de Gary Moore continuou a toda. Em 2002, ele entrou em estúdio com os músicos Cass Lewis e Darrin Mooney e o resultado foi o disco “Scars”, com a volta do hard rock. Dois anos depois ele estava no estúdio com Bob Daisley no baixo e Darrin Mooney na bateria. O disco “Power of the Blues” saiu em 2004.
 
 
 
Dois anos após terem actuado no vale das Almas, encabeçando um programa à frente simplesmente dos Deep Purple, os Xutos e Pontapés regressam a Faro, àquela que muitos consideram a sua casa. Será certamente um concerto memorável ao bom estilo da banda dos Srs. Comendadores.
 
 

 

Banda de Blues no estado mais puro e apresentado num show de bastante divertido. Provavelmente o melhor Tributo aos Blues Brothers que alguma vez foi feito, este ano Faro enche-se de Blues e Volta a surpreender todos.

 

 

 

Uma das principais bandas de ska/ /reggae da actualidade da Europa, os franceses Babylon Circus têm uma música na qual estão fortemente marcados os elementos rock, punk e dos ritmos da Europa de Leste, especialmente ciganos. Mas, se os Babylon Circus são bons em disco, são muito melhores ao vivo, sendo considerados uma das melhores bandas em concerto no mundo. Por isso têm uma agenda repleta de actuações, onde a componente teatral e circense não é esquecida.

 

 

 

Mojinos Escozíos é uma banda de Rock Espanhola que se destaca sobretudo pelas letras das suas canções, as quais se podem considerar irreverentes, humorísticas e inclusivamente escatológicas. Os Mojinos sofrem da influência de bandas como os Deep Purple, AC/DC, Jimi Hendrix, ZZ Top…a coisa promete…

 

 

 

 

Nascidos em 1994, os The Gift surgiram inicialmente como projecto paralelo dos Dead Souls, banda de então de Nuno Gonçalves e Miguel Ribeiro. A evolução de um projecto para o outro aconteceu de forma natural, uma vez que sentiam que a sonoridade dos Dead Souls estava limitada aos instrumentos que utilizavam (guitarra, bateria, baixo e ukulele), Uma sonoridade nova para novos públicos em Faro, acreditamos poder vir a ser um sucesso entre os motociclistas.

 

 

 

Este ano a banda de Tributo escolhida serão os Queen on Fire. Esta banda de Tributo aos Queen conta já com uma larga experiência em actuações para motociclistas através da realização de espectáculos em festas promovidas pelo Harley Owners Group. Será uma banda a ter em conta no próximo fim de semana.

 

 

 

ledon

 

Led On é uma saborosa e incrédula aventura de cinco músicos conhecidos do nosso meio musical numa história que celebra a herança musical dos Led Zeppelin o mais fielmente possível, sem arranjos ou adaptações.
Aqui a única pretensão é a celebração da música de Page, Plant, Jones e Bonham.
Temos assim, Paulo Ramos na voz, Mário Delgado na guitarra, Zé Nabo no baixo, Manuel Paulo nos teclados e Alexandre Frazão na bateria, procurando recriar o ambiente fantástico da música intemporal dos Led Zeppelin.
“Talvez o mais importante que temos em comum e que também nos aproxima, seja o gosto por várias linguagens musicais e o prazer de as percorrer.
A música dos Led Zeppelin faz parte do nosso imaginário comum, e é para nós um extraordinário encontro revivê-la, vindo nós de caminhos diferentes.”

 

 

 

Vêmo-nos em FARO!!

 


publicado por Cavalo Alado às 16:27
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