Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

UM BOM EXEMPLO

 

Hospital facilita compra de motas para funcionários
Espera-se que projecto arranque com 20 a 30 veículos
 
O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), na Covilhã, vai negociar a aquisição de motas para os funcionários deixarem o carro em casa, anunciou esta quarta-feira o presidente da instituição, noticia a Lusa.
O CHCB vai comprar os veículos motorizados num pacote conjunto a um fornecedor e os funcionários pagam depois em prestações de 12 a 18 meses à administração que não incluem o pagamento de juros, explicou João Casteleiro, presidente do conselho de administração do CHCB.
Trata-se de «um incentivo para aderirem a este projecto, amigo do ambiente, que pretende diminuir o consumo de combustíveis e libertar espaço de estacionamento», explicou aquele responsável.
As negociações estão em curso e o modelo a adquirir deverá ser definido nas próximas semanas. «Temos várias propostas de motas em cima da mesa», referiu João Casteleiro, esperando que o projecto arranque com 20 a 30 veículos motorizados que substituam os automóveis.
«Há vários funcionários interessados com os quais já conversámos», referiu. O CHCB pretende que os veículos de duas rodas sejam enquadrados como veículo de trabalho.
O administrador admite mesmo comprar uma mota, «nem que seja para dar o exemplo» até porque, «com a conjuntura actual, as preocupações ambientais e a racionalização do consumo devem ocupar as nossas cabeças».
 
Parque de estacionamento lotado
 
Por outro lado, a sobrelotação do parque de estacionamento do CHCB, na Covilhã, é um problema recorrente desde a inauguração da unidade hospitalar, há quase nove anos.
«Só no último ano, já aumentámos o estacionamento em mais de 100 lugares mas é sempre insuficiente. Quantos mais criamos, mais ocupam», refere João Casteleiro.
No entanto, em estudo com a Câmara da Covilhã está uma ampliação do parque para terrenos anexos, conclui.
Tiago Lajes, funcionário do CHCB, é um dos funcionários que tenciona aderir ao projecto: «Já andava a pensar nisso porque, mesmo dentro da cidade, não é fácil circular e estacionar nas horas de ponta».
«Acho que é uma boa ideia», refere Luís Afonso, outro funcionário que há pouco tempo trocou o carro por uma mota. «Falta saber se com o frio as pessoas vão manter a ideia. Mas acho que bem agasalhados conseguem», refere.
Raquel Costa não tem dúvidas: vai aderir ao projecto. Com uma mota acredita que vai ser mais fácil estacionar e vai conseguir poupar no combustível.
Por isso vai usá-la «mesmo nos dias de chuva. É para isso que as capas de chuva servem», conclui.

 

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publicado por Cavalo Alado às 22:07
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